- A menina que roubava livros.
- AUTOR:Markus Zusak
- DATA DE PUBLICAÇÃO:2005
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The Book Thief (A menina que roubava livros (título no Brasil) ou A rapariga que roubava livros (título em Portugal)) é um drama do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador.3 No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca e a Presença, respectivamente. O livro é sobre Liesel Meminger, uma garota que encontra a Morte três vezes durante 1939–43 na Alemanha nazista. - SINPOSE.
- The Book Thief tem como narradora a Morte, cuja função é recolher a alma de todos aqueles que morrem sem intervalos. Durante a sua passagem pela Alemanha, na Segunda Guerra Mundial, ela encontra a protagonista, Liesel Meminger, numa estação de comboio enquanto o seu irmão mais novo é enterrado próximo ao local. A menina, ao perceber que o coveiro presente deixou um livro, O manual do coveiro, cair na neve, rouba-o e é levada, então, até a cidade fictícia Molching, onde a sua mãe pretende entregá-la a uma família para que a adotem. Na Rua Himmel, reside o casal de classe trabalhista formado por Hans e Rosa Hubermann. Lá, ela convive com os novos responsáveis e vai à escola, assim como faz amizade com o vizinho Rudy Steiner. Como ajudante de sua mãe, começa uma amizade com a mulher do prefeito Ilsa Hermann, embora ela só perceba o tamanho dessa amizade no fim da história.
- Ao longo dos quatro anos que viveu com os Hubermann, roubou diversos
livros e aprendeu lições com eles. Eles esconderam um judeu, Max, para
poder ajudá-lo, devido à uma antiga promessa feita por Hans Hubermann, à
sua mãe. Hans Hubermann tenta ajudar outro judeu durante uma caminhada e
é advertido pelo soldado alemão que o agride. Max resolve ir embora
para a segurança da família que o acolheu.
(A VERSÃO INGLESA É ASSIM)
- A culpa é das estrelas.
- DATA DE PUBLICAÇÃO:10 DE JANEIRO DE 2012.
- AUTOR:John Green
- SINOPSE:Hazel Grace é uma jovem prestes a completar dezessete anos de idade e
desde os treze sofre com um cancro na tireoide que evoluiu para uma
metástase no pulmão e faz com que ela tenha que andar com um dispensador
de oxigénio (ao qual ela deu o nome de Philip, pois segundo ela tem
cara de Philip) e uma cânula no nariz para conseguir respirar. Os
médicos estão convencidos que ela está deprimida, já que passa muito
tempo a pensar na morte, sendo assim instruída a frequentar um Grupo de
Apoio liderado por Patrick (que sofreu cancro nos testículos, como
mencionado no livro), o único adulto. Segundo Hazel, a única coisa que
salvava o grupo era um menino chamado Isaac, com quem ela nunca
conversava verbalmente, apenas por meio de suspiros e que tem cancro nos
olhos, o que já lhe levou um olho. Isaac aguarda uma operação para a
remoção do outro olho.
Numa quarta-feira, Hazel está determinada a ficar em casa e assistir America's Next Top Model, porém, depois da insistência de sua mãe, acaba por ir. É nesse dia que ocorre a reviravolta da história dela: ela conhece Augustus Waters, um rapaz de 17 anos com osteossarcoma em remissão e melhor amigo de Isaac, por quem ela não consegue evitar apaixonar-se. Em um aspecto eles dois são muito diferentes: Augustus teme o esquecimento e está desesperado por deixar uma marca no mundo. Hazel, por outro lado, não se importa com isso, ela acha que é uma granada e que quanto menos pessoas ela magoar quando explodir, melhor. Além disso, ela vê o esquecimento como inevitável para todos.
Ela aprendeu isso com Peter Van Houten, que é o autor do seu livro preferido, “Uma Aflição Imperial” (UAI), sobre uma menina chamada Anna que tem um tipo raro de leucemia. O grande problema é que o livro acaba no meio de uma frase, como se Anna tivesse ficado doente demais para escrever ou tivesse morrido. Só que isso deixa Hazel sem saber o que aconteceu com os outros personagens da trama e ela escreve diversas cartas para Van Houten, mas sem nunca obter resposta.
Van Houten havia migrado dos Estados Unidos para Amesterdão, na Holanda, e nunca mais se ouviu nada dele, de qualquer livro que ele tenha publicado ou de qualquer entrevista que ele tenha dado. Ninguém sabe dele e uma das grandes angustias de Hazel é não saber o que acontece com a família de Anna depois que do seu óbito. Depois de mostrar o livro ao Gus, ele arranja uma forma de entrar em contato com a assistente de Peter e consegue um endereço de e-mail pelo qual Hazel pode se comunicar com o autor, onde ele deixa claro que o único modo de ele contar o que acontece é encontrarem-se pessoalmente. Depois de algumas complicações é o que acaba por acontecer. Ela, Gus e a mãe dela acabam por viajar para a Amsterdão e juntos eles vão-se apaixonando e aproveitando o pequeno infinito que a vida lhes reserva. - RECEPÇÃO:Em seu blogue no Tumblr, John Green afirmou que "o título é inspirado em uma famosa cena da peça de Shakespeare: Júlio César .O nobre Cassius diz a Brutus: "A culpa, caro Brutus, não é de nossas estrelas, mas de nós mesmos, que somos subordinados."
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